CASTRO

APRENDIZAGEM COM SENTIDO

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O JEITO CONVEXO DE MUDAR O MUNDO

LÓGICA, COMUNICAÇÃO, AÇÃO

Crianças e adultos aprendem conteúdos e desenvolvem competências socioemocionais resolvendo problemas reais.

O que podemos esperar de um sistema de aprendizagem escolar e universitário focado na competição, na memorização de conteúdo e na repetição de conceitos? Nada além de analfabetos funcionais, profissionais individualistas, organizações com baixo potencial de inovação e regiões com alta desigualdade social. Nossa atual realidade. Como reverter essa situação? Como parar esse ciclo vicioso de escassez?

Foi a partir desses questionamentos e inquietações que surgiu a Escola Convexo, para potencializar lideranças a partir da lógica, da comunicação e do empreendedorismo. Entendemos que com esse tripé é possível realizar uma aprendizagem com sentido, capaz de explorar o que cada um tem de melhor e, colaborativamente, de forma interdependente, promover microrrevoluções para a transformação social.

A lógica permite uma capacidade de compreensão e de entendimento do ambiente no qual estamos inseridos. A comunicação possibilidade a interação com as pessoas com as quais convivemos. E o empreendedorismo nos faz testar, errar e aprender a partir da construção de soluções sustentáveis. Fazemos tudo isso utilizando os insumos mais abundantes: os problemas. A capacidade de resolução de problemas é, com certeza, a habilidade mais essencial para todos nós. Sempre vamos nos deparar com eles.

Mas como fazemos isso? O primeiro passo é a compreensão. Utilizamos os conteúdos matemáticos e a capacidade lógica para explorar e entender a problemática proposta e estruturar possíveis soluções. Empatia e responsabilidade são essenciais para essa etapa! Depois disso, torna-se necessária a comunicação. A base da língua portuguesa atrelada à capacidade de comunicação ajudará no planejamento das ações e no engajamento de pessoas para enxergarmos de uma maneira mais holística e buscarmos parcerias para fazer acontecer. Criatividade e visão sistêmica não podem faltar nesse momento! Por fim, chega a hora de agir. Aí entram as ferramentas de gestão e de inovação para a construção de um legado colaborativo. Resiliência e lideranças são pré-requisitos para que ocorra  uma entrega.

Qual o resultado disso tudo? Crianças e adultos que aprendem conteúdos curriculares e desenvolvem competências socioemocionais enquanto resolvem problemas reais. O processo ocorre a partir de interações, valorizando e agregando o que é diferente, trazendo soluções colaborativas e inovadoras que sejam social, ambiental e/ou economicamente sustentáveis. Estabelece-se uma relação ganha, ganha, ganha, em que cada um contribui com o seu superpoder e que é complementado pelo do outro. Isso não é um ciclo, é uma espiral de abundância focada na transformação social que começa por uma aprendizagem com sentido.

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PARA QUE SERVE COMUNICAÇÃO E LÓGICA?

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ANALFABETOS FUNCIONAIS

IMPACTOS NO MERCADO DE TRABALHO

Apenas 8% dos brasileiros dominam Português e Matemática

A limitação nas habilidades de Leitura, Escrita e Matemática, em muitos setores da economia brasileira, restringe a produtividade e a capacidade de inovação, resultando em uma baixa competitividade das empresas nacionais frente às corporações dos países com melhores indicadores educacionais.

É senso comum entre empresários, gestores e analistas que um dos caminhos mais efetivos para o desenvolvimento econômico é a educação. Estudos da UNESCO mostram que a cada três anos a mais de escolaridade média, um país pode ter um crescimento de mais de 1% de seu Produto Interno Bruto (PIB) e que cada ano a mais de escolaridade pode fazer com que um trabalhador ganhe 10% a mais.

Em nosso país, nos últimos anos, vimos um aumento significativo no acesso à educação, porém esse não teve o impacto esperado nem no PIB nem na renda do trabalhador. Esse resultado não foi obtido por conta de questões estruturais e também porque a educação brasileira ampliou o acesso, mas não modernizou o ensino, não houve um salto de qualidade. Continuamos com uma educação tradicional, bancária, ainda da era industrial, na qual os conhecimentos são colocados em caixinhas totalmente desconectadas entre si e com a realidade. Não aprendemos para a vida real nem para as relações, não aprendemos para sermos felizes e conscientes de nós mesmos.

Nosso processo de aprendizagem escolar e universitária é baseado na competição, na memorização de conteúdo e na repetição de conceitos. Diante desse cenário educacional, o que vemos são indivíduos com sérias dificuldades no momento de executar suas funções, sejam emocionais, sociais ou profissionais. Crianças terminam o ensino fundamental sem uma base mínima necessária para dar sequência a sua trajetória de aprendizagem formal. Como consequência disso, três de cada quatro brasileiros podem ser considerados analfabetos funcionais: são gestores que não conseguem gerir uma equipe, advogados que não conseguem interpretar a lei, engenheiros que não conseguem fazer cálculos corretos.

É por essas e por outras que o estudo “Alfabetismo no Mundo do Trabalho”¹, realizado em 2015, com base na metodologia Inaf – Alfabetismo no Mundo do Trabalho – mostra que apenas 8% dos brasileiros estão no nível Pleno Proficiente, considerado o mais alto da escala.

Como dizem nossos educandos: “Para que aprender conceito de adjunto e advérbio? E a fórmula de baskara? Depois da escola ninguém vai me perguntar o que é esse monte de coisas? Quero saber para que serve, Sora!”. Para que servem a língua portuguesa e a matemática se não vierem acompanhadas de um processo de comunicação e lógica?

(¹Fonte: Alfabetismo no Mundo do Trabalho 2015/ Instituto Paulo Montenegro e ONG Ação Educativa.)

Quarta Semana de Maio

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“Foi na tarde nublada de uma quinta-feira que conheci a Escola Convexo e participei desta iniciativa corajosa e inovadora. Logo na chegada, fui recebida com abraços e apertos de mão um tanto acanhados de estudantes ansiosos que já sabiam meu nome e repetiam ele sem economizar. Um a um eles se apresentaram e, mesmo achando extremamente difícil de decorar os tantos nomes diferentes, eu consegui ver que cada um trazia algo diferente dentro de si. Minha experiência na Escola Conexo foi surpreendente. O tema que eu trazia poderia ser encarado como algo formal e tedioso, mas com a entrega completa e comprometimento total da turma, tudo logo se tornou uma brincadeira: naquele dia exercitamos a fala, a articulação e a dicção, ferramentas da oratória usadas na hora de falar em público, na hora de expressar suas ideias e opiniões. O objetivo era ser entendido e compreendido, seja qual fosse a ocasião ou a mensagem que fosse levada consigo. Fizemos exercícios de aquecimento e articulação da fala, trabalhamos com trava-línguas, conversamos sobre voz e apresentamos uns aos outros para o grupo em situação de discurso para um público. Sinceramente, não esperava encontrar alunos tão motivados em turno inverso; alunos rotulados de ‘perdidos’ tão encontrados. Os participantes daquele ambiente de estudo/divertimento estavam famintos pela novidade, pelas novas formas de aprender, pelos novos olhares sobre matérias comuns, ou sobre assuntos que eles nem pensaram que se podia aprender. Fui ouvida com atenção e concentração e ouvi e aprendi da mesma forma com a turma daquela quinta-feira à tarde. Apesar da chuva e do horário, apesar de eu ser a princípio uma desconhecida naquele ambiente, todo o tempo reservado foi utilizado e aproveitado. É incrível que crianças tenham essa e outras experiências tanto ou mais válidas no turno inverso. É incrível que nós professores tenhamos essa oportunidade! Essa tarde me fez pensar sobre o mito tão equivocado do ‘aluno-que-não-quer-aprender’, e sobre como podemos, com um simples e corajoso gesto, mudar a rotina de um grupo de estudantes que estão ansiosos por uma realidade educacional diferente da que temos. Obrigada e parabéns, Convexo! Avante!”
Morena Bauler Chagas (Professora de Música)

Terceira Semana de Maio

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“A aula foi legal, porque fizemos um vídeo para mostrar como funciona a Convexo. Nós fizemos um desafio de vender suco de laranja e foi muito legal.”
Maria Isabel

 

”Transformamos a Convexo num verdadeiro estúdio para gravar as cenas de um futuro vídeo institucional. As crianças deram um show tanto nas atuações quanto escrevendo os roteiros e produzindo o cenário. Foi gratificante demais trabalhar com os meninos e meninas e ver a criatividade deles em ação.”
Andy (Estudante de Comunicação Social/UFRGS)

 

“Na quinta-feira, vieram uns visitantes que eram funcionários da Darcy Pacheco para nos ajudar na festa de lançamento do azeite de oliva. Nós fizemos o plano de ação do trabalho e o 5W2H e, por último, apresentamos os cartazes”
Sansara

 

“Resumir toda aquela experiência é difícil mas vou tentar. Diria que foi: encontro de mentes brilhantes buscando vencer um desafio através da troca de experiências, com muita criatividade, foco, determinação e alegria. Tarde agradabilíssima na companhia de jovens empreendedores em desenvolvimento.”
Gladir Gonçalves (funcionária da Darcy Pacheco/participante do EU)

Segunda Semana de Maio

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”Tivemos uma ótima tarde na presença dos nossos amigos estrangeiros que vieram até aqui conhecer mais a fundo  que é a Convexo e o que fazemos. Falamos sobre liderança, conversamos sobre o que fazer para ser um ótimo líder. Usamos algumas dinâmicas para conhecer colegas, brincadeiras de auto-confiança e bate papo. Hoje aprendi que não sou apenas uma líder mas sim a pessoa que tem que fazer a diferença na sala. Foi uma tarde ótima.”

Duda

 

”Ser bom líder não é algo que nascemos, e algo que desenvolvemos durante toda a vida, e os jovens da Convexo estão começando muito jovens! Eleitos lideres pelos seus amigos, seis estudantes participaram numa oficina do EducAll, projeto da ONG EduAction, para explorar que significa ser líder. Os voluntários internacionais da EduAction, Juan da Colômbia e Bence da Hungria, facilitaram dinâmicas e jogos que permitiram aos jovens desenvolver algumas das habilidades mais importantes de um bom líder como a escuta ativa e a comunicação efetiva. Os jovens da Convexo compartilharam suas expectativas sobre as responsabilidades que iam a assumir. Também falaram do orgulho que sentiram ao ser percebido como líder pelos seus próprios amigos. Entre eles, existia muita empatia e apoio mútuo – o qual vai ser importante no seu papel como líderes. Durante as atividades, cada jovem se mostrou um líder natural e, com certeza, cada um vai trazer qualidades e habilidades únicas e uma visão diferente ao seu trabalho como líder dentro da Convexo.”

Naomi (EduAction)

 

”Participar do Portas Abertas foi, mais uma vez, um daqueles momentos que fazem a vida valer a pena. Acompanhar a fantástica evolução das crianças é inspiração, a gente fica nos dias seguintes ainda super imerso nessa atmosfera de superação. Eu sou fã dessa galerinha, estar perto deles passa uma vibração de fé no futuro que a gente não quer mais largar.”

Vanessa M. Dias (Mentora)

Primeira Semana de Maio

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‘‘Nós chegamos e logo começamos a brincar de vivo e morto, foi muito legal.  A Aline ganhou mas ela fez um belo discurso e dividiu o prêmio com a turma. Nós tivemos um desafio muito legal: o Operacional fez o suco de laranja natural, nós da Vendas vendemos e anunciamos o suco, o Marketing fez a aparência do produto, o RH criou um ficha de cadastro dos alunos e o financeiro cuidou do dinheiro. Nós tivemos um baita prejuízo por não ter vendido tudo.’’

Thyelly

 

‘‘A aula de teve um convidado especial que veio lá da Colômbia e falou um pouco de lá e fez umas brincadeiras muito legais. Ele se chama Juan e tem 22 anos. Tava muito tri, acho que a Convexo deve fazer mais coisas assim.’’

Iris

 

‘‘Recebemos um grupo de pessoas de uma universidade, eles nos ofereceram uma atividade de reaproveitamento de roupas usadas. Nós tínhamos que fazer desenhos e recortes usando a criatividade na roupa, depois de terminar tinha que apresentar o que fez, o que usou e como fez.’’

Andriey

 

” Foi uma das experiências de docência mais bonitas da minha vida. Meus alunos do curso de Gestão para Inovação e Liderança da Unisinos tiveram o desafio de ensinar educação financeira para mais de 60 crianças de uma escola pública da zona sul de Porto Alegre. A atividade foi promovida pela disciplina que leciono, aprendendo a aprender, e da minha colega Lisiane sobre gestão sustentável. O objetivo era que vivenciassem a interdisciplinaridade dos temas e conscientizassem que muito aprendemos quando ensinamos. Porém os resultados foram muito além: encontro de dois mundos, onde um aprende com o outro, possibilidade de quebrar pré-conceitos, valorizar as oportunidades que se têm e sobretudo uma profunda conexão humana e muito carinho e gratidão. Colocar futuros gestores com a realidade possibilita reflexões e transformações pessoais necessárias para construirmos empresas melhores e um Brasil melhor. É nessa educação que acredito e que para mim faz sentido. Obrigada Escola Conexo e Intus Forma pela parceria. E o brilho nos olhos das mais de 90 pessoas que interagiram mostra que estamos no caminho certo”.

Soraia Schutel (Professora da Unisinos / Mentora)

Quarta Semana de Abril

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‘‘Trabalhamos com os resultados do questionário a gente começou a entender como as pessoas vivem, começamos a criar gráficos com as respostas, trabalhamos com a Sora Marcela lendo notícias de jornal, destacando as palavras mais difíceis. Olhamos fotos das aulas anteriores e contamos o que tinha acontecido‘’.
Luiz Henrique

 

‘‘Depois da saída de campo no Beco Chapéu do Sol, começamos a contabilizar os dados do Censo Convexo 2015. Eles conseguiram entrevistar 91 mulheres em apenas 4 horas. Com esses dados poderemos pensar na criação da cooperativa e também entender melhor como se organizam as famílias no Beco Chapéu do Sol’.”
Sora Leca

Terceira Semana de Abril

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‘‘Era uma quinta feira quando colocamos em prática nossa ideia de entrevistar as mulheres do Beco Chapéu do Sol. Atravessamos o mato e batemos de porta em porta, fazendo perguntas, coletando dados, com o objetivo de saber se elas queriam trabalhar na cooperativa de mulheres.’’
Dieniffer

‘‘O dia da saída de campo foi muito legal porque foi uma atividade diferente e eu acho que deveríamos fazer mais isso.’’

Iris

‘‘No dia da entrevista, o grupo da Convexo foi até o Beco Chapéu do Sol fazer uma coleta de dados com as mulheres. Quando a gente chegou no beco, fomos de casa em casa e fizemos algumas perguntas. Perguntamos o nome, a idade, a profissão, o número de filhos e se as mulheres topariam participar de uma cooperativa de produção de azeite de oliva.’’
Valmar

Segunda Semana de Abril

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‘‘A gente discutiu quais perguntas seriam as melhores para saber se as mulheres gostariam de participar da cooperativa.’’
Valmar

 

‘‘Os alunos discutiram qual seria a melhor forma para conhecer as mulheres da comunidade, listaram os prós e os contras de fazer entrevistas gravadas em vídeo, questionários e fotos. Optaram por fazer o Censo a partir de um questionário todo criado por eles. As perguntas foram discutidas em grupos menores até o momento que a turma definisse as perguntas do Censo Convexo 2015.’’
Sora Leca

Primeira Semana de Abril

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“Falamos sobre como vai ser o ano de 2015 e também sobre o projeto da cooperativa das mulheres. Espero que tudo dê certo nesse ano e nos novos projetos que virão!”

Duda

 

“No primeiro dia de aula Convexo, a gente fez uma apresentação para os alunos novos na Convexo do ano de 2015. A gente falou sobre a ‘2 em 1’, projeto que também começou com questionário na comunidade. Nossa ideia esse ano é fazer uma cooperativa para fazer azeite de oliva com mulheres. Nossa turma foi dividida em grupos: Vendas, Financeiro, Recursos Humanos, Operacional e Marketing.”

Luiz Henrique